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This was a triumph!

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Review : 2064 : Read Only Memories

A criação e proliferação de plataformas digitais como o Kickstarter, pese embora os ocasionais problemas e aproveitamento por gente menos escrupulosa, permitiu ( e permite) o financiamento e concretização de projectos vários que, de outra forma, teriam o parto mais dificultado ou que não nasceriam de todo. 2064 : Read Only Memories é um desses exemplos. Aproveitando o recente update gratuito que o jogo recebeu, achei a ocasião para o jogar e, neste momento, analisá-lo.

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Review : Harvest Moon GB

Para todos os entusiastas de agricultura e latifundiários de sofá que, por motivos vários, nunca puderam concretizar os seus sonhos e aspirações, o mundo dos videojogos há muito que respondeu aos seus anseios e desejos. Editado no já longínquo ano de 1996 no Japão para a saudosa Snes, chegando à Europa dois anos mais tarde, Harvest Moon daria lugar a uma grande quantidade de títulos espalhados por várias plataformas e que, com spin-offs e mudanças de nome pelo meio, perdura até hoje. O título aqui em análise é o segundo da série e o primeiro disponível para Game Boy (Color), Harvest Moon GB, editado em 1999 na Europa

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Review : Lufia & The Fortress of Doom 

Nunca é de mais referir que a SNES , não só na era dos 16bits mas mesmo nos dias de hoje, é uma plataforma de referência no que toca a jrpgs. Afinal, é aqui que vários títulos e séries do género atingem níveis de complexidade e qualidade de enredo, mecânicas, grafismo e som até então não alcançados, sendo considerados verdadeiros clássicos nos dias de hoje.

Contudo, não é só de glória que se escreve a história do género na plataforma. Entre as dezenas de títulos editados, contam-se alguns títulos menos conseguidos ou que simplesmente não se elevam no panorama geral do género na Snes, ficando num patamar mediano quando comparado com muitos dos títulos existentes.

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Review : Final Fantasy 20th Anniversary

Para todos os amantes de JRPGs, o nome Final Fantasy é um marco incontornável do gênero. Não é para menos. A par de Dragon Quest, Final Fantasy, lançado em 1987 para a NES, viria a estabelecer muitas das bases ainda hoje usadas em muitos títulos do género, apesar de todas as evoluçõese subgêneros que entretanto foram criados.

Editado originalmente na plataforma da Nintendo, ao longo dos anos viria a ser relançado em várias outras plataformas, quer seja sob a forma de port directo,  quer com melhorias no grafismo e sonoridade, a par de alguns extras como dungeons adicionais e alguns refinamentos à sua jogabilidade original.
Ainda assim, a fórmula do mesmo manteria-se praticamente intacta face ao original da década de 80. Pegando num dos seus últimos porta, especificamente o da PSP editado em 2007 por ocasião dos seus 20 anos, e tendo em conta os quase 30 de existência do jogo, veremos o quão bem envelheceu ou não.

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Review : Lunar Silver Star Harmony

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Na era 16bit assistimos a um confronto feroz pela supremacia do mercado de videojogos entre a Sega e a Nintendo.Apresentando ambas as companhias máquinas capazes, a escolha por parte do jogador obrigatoriamente recaía sobre os exclusivos e franchises próprios que cada plataforma oferecia. Tarefa nada fácil, tendo em conta os inúmeros títulos de qualidade que cada consola oferecia.
Para um fã de rpg a escolha poderia ser um pouco mais fácil já que a consola da Nintendo destacava-se claramente neste campo, com sagas como Final Fantasy, Dragon Quest e Shin Megami Tensei bem como títulos individuais como Chrono Trigger e Mother 2 a dar uma clara vantagem à Snes neste campo.
O que não quer dizer que a Mega Drive não tivesse o seu rol de bons rpgs. Séries como Phantasy Star e Shinning Force fizeram ( e fazem) as delícias dos amantes do género e não form os únicos que a consola recebeu. Lunar : The Silver Star foi umd esses casos.
Lançado em 1992 no Japão e 1993 nos EUA para o mal-amado add-on Mega CD, produzido pela Gaming Arts, parece ter angariado um número razoável de fãs, a julgar pela quantidade de ports que o título recebeu. Lunar : Silver Star Harmony, editado na PSP, é dos ports mais recentes e que aqui se apresenta a análise.

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Review : Suikoden

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Quando falamos de jrpgs torna-se inevitável falar da era 32bit, especialmente da plataforma da Sony, Playstation, e do título Final Fantasy VII. Foi graças a ambos que se deu o grande boom do género no Ocidente e que este se tornou mais difundido, com a consequência de mais títulos ganharem tradução e alcançarem terras americanas e europeias, para alegria dos amantes do género.

Contudo, o facto de o título que despertou um interesse maior no género fazer parte de uma das mais conceituadas sagas por terras nipónicas e que teve direito a mais dois títulos da saga principal na consola levou a que o público mais geral deixa-se escapar outros títulos de qualidade. Um desses exemplos, que daria início a uma saga de 5 títulos mais uns quantos spin-offs, é Suikoden.

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Review : Pier Solar and the Great Architects

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Terminada que está a saudosa era dos 16bit desde o fim dos anos 90, foi com bastante curiosidade que foi recebida a notícia do desenvolvimento de um novo jogo, do género RPG, em formato físico para a Mega Drive, num cartucho com a maior capacidade de memória de um título lançado para a consola. Fruto de um desenvolvimento algo problemático, o jogo só viria a ser lançado em 2010, dois anos depois do anunciado.

Mais tarde, derivado do sucesso de uma campanha no Kickstarter, o título em versão HD acabou por chegar a outras plataformas, entre as quais uma versão digital para a PS3, aqui em análise. Anos após o fim do ciclo 16bit e com tantas pérolas do género rpg lançadas nessa época, sem contar com as posteriores, vejamos o que Pier Solar tem para oferecer.

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